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O projeto do "Pés para o futuro", coordenado pelo querido Rodrigo, são para as crianças que jogam futebol, assim elas fazem o que gostam e também "nao ficam por aí pensando ou fazendo bobagem, né professora", disse Rodrigo. Eles recolhem, amassam e vendem latinhas para arrecadar fundos para manter seu projeto com as crianças do bairro onde mora.
A família inteira auxilía, a mãe do Rodrigo disse que ela vai tirando os lacres e guardando tudo, pois cada um vai ajudando conforme dá.
O Projeto "Pés para o Futuro", existe há 4 anos e Rodrigo está bem feliz e realizado com a evolução dos seus alunos e agradece a ajuda da comunidade.
Rotary Club de Sobradinho agradece e fica a disposição do Projeto!
Na segunda-feira, dia 02 de março, a companheira Glória, do RC de Sobradinho, recebe 2 litros de lacres vindo de Bela Vista, Segredo.
O casal Eliete Chavea e Marionei Y Castro, vieram preatigiar o Carnaval fora de época de Sobradinho, quando viram a rotariana Glorinha recolhendo tampinhas e lacres. Após, troca de informações, combinaram que trariam o que tinham em casa para o Rotary.
Entao, trouxeram na segunda-feira e ao conversar, justificaram: "onde moramos preservamos as árvores, separamos o lixo, as latinhas juntamos e tiramos o lacre, afirmou Marionei. A esposa Eliete concluiu que os lacres doados, era para o cunhado, ele precisava de uma cadeira de rodas, mas infelizmente nao chegaram a trocar, entao resolveram doar para o Rotary que seria útil.
Mais uma vez, a região ajudando e colaborando com as campanhas do Rotary, para a banca de Cadeiras de Rodas.
O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.
Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.
"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).
No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.
Hoje dia 02/03 o Rotary Club de Panambi oportunizou aos associados uma palestra com os Delegados de Polícia Civil, Sr.s. Gustavo G. da S. Fleury e Carlos de A. Beuter, tratando o tema Facções Criminosas.
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Estiveram presentes hoje no Programa Variedades da Rádio Tupã a Presidente do Roatry Club de Tupanciretã Geisa Rodrigues Viana, a Presidente da APAE Gabriela França e o coordenador do 3° Costelaço Felipe Orso. Eles convidaram a população a participar do 3° Costelaço que ocorre neste domingo dia 08 de Março. Este ano toda a renda obtida será em beneficio da Apae.
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Estiveram presentes na reunião do dia 19 de fevereiro, os representantes da Ameart: Helio Willi Konig, Andreia Peixoto e Isabel Saldanha Modesto. Na ocasião foi realizada a entrega de 02 Clarinetas e 10 estantes para Partituras. O Rotary Club de Tupanciretã foi um dos clubes do Distrito 4660 contemplado com o Subsídio Distrital 2019 da Fundação Rotária, no qual o Rotary Club de Tupanciretã entrou com uma contrapartida substancial. Tal subsídio possibilitou a compra dos equipamentos para a Ameart.
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